Iniciava-se o Verão de 2004 e, com a nova estação, veio tb uma mudança de ’empregador’… leia-se, ‘mudança de carro’ 😉
O (muito) lento Peugeot 307 1.4HDi (70cv) deu lugar a um Volvo S40 1.6 e devo confessar que, contra todas as minhas expectativas, foi um excelente carro! Muitíssimo fiável, confortável, seguro, económico e…. ficamos assim, já que no campo das performances, o 1.6 de 109cv de origem Renault não fazia milagres 😉 

 

Entretanto, lá por casa, o Jeep continuava a encantar tudo e todos (a minha Mulher em particular), quer pelo seu ‘cool factor’, quer pelo espaço, quer pelo conforto proporcionados! 
No entanto, e nestas questões há sempre um ‘mas’, o elevado apetite por 14/15 litros de gasóleo por cada 100km percorridos e a mal-amada ‘classe 2’ nas portagens, obrigaram a um reposicionamento para algo mais ‘económico’, tendo em conta as nossas necessidades familiares e financeiras.
Foi assim que dissemos ‘Adeus!’ ao Grand Cherokee e em troca, trouxemos para casa (pela segunda vez) um Opel Corsa 1.2, de 2004, ….. o 88-13-XM!

 

 O carro era um modelo de ‘serviço’, com menos de 6 meses de circulação, contando com pouco mais de 10.000km no conta-quilómetros. A versão era uma ‘Njoy’ com AC manual, vidros eléctricos, fecho centralizado, jantes de 15 polegadas e … pouco mais! No fundo, e para utilização fundamentalmente citadina, não era preciso mais.
O motor de 1.2 litros e 75cv era bastante ‘voluntarioso’ e mesmo com o AC ligado não se deixava ‘ficar para trás’ em situações de maior esforço.
O ruído a bordo era mais audível se passadas as 4.500/5.000rpm e os consumos, por incrível que possa parecer, raramente foram inferiores à fasquia dos 8/9 litros aos 100!!  🙁

Como a esmagadora maioria dos ‘alemães’, as suspensões eram ‘secas’ em pisos menos bons e só o facto de ter uma construção bastante sólida (apesar de muitos plásticos rijos ao toque) evitava mais ruídos parasitas no interior.
O espaço a bordo era suficiente mas lamentava-se uma gritante falta de apoio lateral nos bancos da frente, a obrigar a ‘esforços’ suplementares em curvas mais fechadas, com aquela sensação de: ‘vou cair do banco’!! 😀

 

Em termos de segurança, o carro vinha equipado com ABS, 6 airbags e cintos de 3 apoios em todos os lugares (um upgrade em relação ao Jeep, uma vez que o lugar central traseiro só contava com cinto ventral).
Sem ser um carro deslumbrante ou ‘especial’ em algum aspecto, cumpria a sua função de ‘utilitário’ e só desiludiu no campo dos consumos onde, para a clindrada em questão e peso do carro, se esperava bastante melhor!